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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Deputado acusa a pressão do PSD

O deputado estadual Osmar Baquit (PSD) disse em discurso, ontem, na Assembleia Legislativa, ser necessário esclarecer a situação que passa dentro de seu partido, de onde já antecipou que sairá tão logo seja aberta a janela partidária. "Colocaram nos jornais que eu teria sido intimado pelo PSD. Eu não fui intimado porque não recebi a intimação. Não recebi, primeiro, porque o documento não estava autenticado, segundo, não constava a ata da reunião e, terceiro, porque quem escolhe líder de bloco não é o partido, quem escolhe é o próprio bloco", reclamou.
A Comissão Executiva Estadual do PSD anunciou na última segunda-feira ter deliberado pela recondução imediata do deputado estadual Leonardo Araújo como líder do bloco, que conta ainda com o PMDB e PMB, na Assembleia. Foi divulgado ainda que seria exigida também a reintegração dele à Comissão de Constituição, Justiça e Redação.
"Dessa maneira, conforme a resolução, Leonardo Araújo deverá voltar à relatoria da PEC que prevê a extinção do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM)", informou a Executiva da legenda que conta, além de Osmar Baquit, com os deputados Roberto Mesquita e Gony Arruda.
"Eu fui designado para a comissão de Constituição e Justiça pela deputada Silvana (Oliveira), eleita pela maioria do bloco. Podem até contestar politicamente, mas legalmente não. As substituições que a deputada fez foram legítimas", disse Osmar. "Não estou aqui acusando A, B ou C. Ontem (segunda-feira) foram ao meu gabinete para entregar o documento do PSD e eu disse que não poderia receber um documento que não esteja autenticado, sem a ata da reunião que tomou a decisão e mandado imediatamente que acatasse a liderança do deputado Leonardo Araújo a quem respeito e não tenho nada. Da maneira que colocaram é como se eu tivesse recebido".
O parlamentar destacou que, independentemente de qualquer coisa, não se poderia encobrir situações divergentes na Assembleia. "Peço ao deputado Audic Mota, secretário desta Casa, que peça a Mesa Diretora para instaurar o Conselho de Ética. Não podemos viver sem ele, porque é importante nesse momento pré-eleitoral e vamos entrar no período eleitoral", apontou.
Audic Mota respondeu que já tratou sobre o assunto com o presidente Zezinho Albuquerque (PDT) na última sexta-feira.

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